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 QUE NA VOLTA DO SENHOR, NO TOCAR DAS TROMBETAS, TU ESTEJAS FIRMADO NA PALAVRA DE DEUS, PARA PODER IR MORAR COM O SENHOR PARA SEMPRE. QUE DEUS TE ABENÇOE.



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Oração
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ORAÇÃO

VISÃO GERAL

A oração é o nosso jeito de falar com Deus. A oração a um deus ou deuses é uma característica de muitas religiões, mas aqui nós vamos focar no ensinamento bíblico sobre a oração e a suas implicações. Através da oração nós descobrimos a vontade de Deus. A oração deve ser uma parte vital na vida de todo cristão.

A ORAÇÃO NO VELHO TESTAMENTO

Adão e Eva, que foram feitos para ter comunhão com Deus, tinham um relacionamento íntimo com ele (Gênesis 2:1-25 ; 3:8). No entanto, quando o Senhor fez a sua aliança com Abraão (Gênesis 15), o relacionamento entre os parceiros na aliança estava aberta de novo. A oração de Abraão por Sodoma e Gomorra (Gênesis 18:23-33) é uma combinação de humildade com persistência e um reconhecimento de sua própria pequinês e inferioridade quando comparado a Deus. O mesmo poderia ser dito quanto a Jacó lutando contra o anjo em Peniel (Gênesis 32:22-31).

Mas, humildade e franqueza não podem ser confundidas com familiaridade. A oração bíblica é caracterizada pela realidade que há uma distância entre o Criador e a criatura por causa do pecado humano, transposto somente pela graça de Deus. Nos tempos patriarcais a oração era sempre feita juntamente com sacrifício e obediência. Moisés não era só o líder político de Israel, era também o seu mediador e intercessor apontado divinamente. Ele repetidamente clama pelo nome do Senhor diante das incertezas humanas durante a jornada e também diante da falta de fé e desobediência de seu povo. Clamar o nome do Senhor não é para ser visto como um encanto mas sim como uma lembrança a Deus de quem ele se mostrou ser. (No caso de Moisés, a revelação de Deus veio na presença de uma sarsa ardente).

Nessa revelação de si próprio, Deus fez promessas a seu povo, e em oração Moisés lembrava Deus dessas promessas. Moisés não era de maneira nenhuma, o único intercessor. Arão, Samuel, Salomão e Ezequiel estavam entre aqueles que intercediam pelo seu povo. Com a formação do sacerdócio e o estabelecimento do ritual de adoração do tabernáculo, a adoração a Deus parece se caracterizar pela distância. Há poucas indicações que as pessoas oravam a Deus pessoalmente, e - com exceção de Deuteronômio 26:1-15 - não há nada falando sobre oração nas instruções sobre adoração dadas ao povo. No entanto há indicação nos salmos que sacrifício e oração seriam feitos juntos (Salmos 50:7-15; 55:14).

Muitos salmos são marcantes pela maneira em que perguntas pessoais são reconhecidas ou mesmo discutidas com Deus até que a pessoa que estava orando chega a uma resolução final do conflito através da oração (Salmo 73:1). Os profetas eram homens que oravam, e parece que a Palavra de Deus vinha a eles através da oração (Isaías 6:5-13; Jeremias 11:20-23). O ministério de Jeremias era caracterizado por tempos de conflito e oração (Jeremias 18:19-23) e por mais tempo tranqüilo de comunhão com Deus (Jeremias 10:23-25). No exílio, com o estabelecimento da sinagoga, a oração corporativa se tornou um elemento na adoração judaica. Depois do exílio havia uma ênfase na espontaneidade na oração (Neemias 2:4; 4:4).

A ORAÇÃO NO NOVO TESTAMENTO

Os ensinamentos do Novo Testamento sobre oração são dominados pelo próprio exemplo e ensinamento de Jesus Cristo. A sua dependência do Pai se expressa em orações repetidas. Os seus ensinamentos sobre oração, particularmente no sermão da montanha, contrastam com as praticas judaicas da época. A oração é uma expressão de desejo sincero. Não é para informar a Deus sobre coisas que de outra maneira ele não saberia e a validade da oração não é afetada pelo tamanho ou por repetições. A oração privada é para ser discreta e secreta (Mateus 6:5-15).

As parábolas são outra fonte importante dos ensinamentos de Cristo, enfatizando a persistência na oração (Lucas 18:1-8), a simplicidade e a humildade (Lucas 18:10-14) e a tenacidade (Lucas 11:5-8). Uma terceira fonte de ensinamento é a oração do Senhor (Mateus 6:9-13). Há, novamente, uma mistura de franqueza ("Pai nosso") e distância ("no céu, louvado seja o Seu nome"). Os pedidos feitos na oração do Senhor são primeiramente direcionadas a Deus e depois as necessidades dos discípulos. Ocasionalmente, parece pelo ensinamento do Senhor, que tudo o que fosse pedido, sem restrição, seria concedido. Mas, tal ensinamento tem que ser entendido na luz dos ensinamentos gerais de Cristo sobre oração ("Venha a nós o teu reino. Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu").

Cristo começou com isso quando o Espírito Santo, o Conselheiro, veio, os discípulos orariam ao Pai no nome de Cristo (João 16:23-27). Conseqüentemente, vemos que depois da vinda do Espírito no dia de Pentecostes, a igreja primitiva é caracterizada pela oração (Atos 2:42) debaixo da liderança dos apóstolos (Atos 6:4). A igreja louva a Deus pelo dom de seu Filho e de seu Espírito e pede a Deus em tempos de dificuldade (Atos 4:24; 12:5, 12). È nas escritas de Paulo que a teologia sobre oração é completamente desenvolvida. O crente do Novo Testamento é um filho, não só um servo. O Espírito que veio a igreja, como resultado da vitória de Cristo, é o Espírito de adoção, possibilitando assim o que crê vir a Deus como Pai, com todas as suas necessidades.

Na cabeça dos apóstolos, o proeminente entre essas necessidades, estão um aprofundamento na fé em Cristo, um amor por Deus e uma apreciação crescente do amor de Deus em retorno (Efésios 3:14-19). A oração é uma parte da armadura do cristão contra ataques satânicos; o ministério efetivo da Palavra de Deus depende das orações do povo de Deus (Efésios 6:18-19). Os cristãos são encorajados a orar por todos os tipos de coisa com ação de graças (Filipenses 4:6) para ficarem livres da ansiedade.

OS ELEMENTOS DA ORAÇÃO

Há vários elementos na oração. A adoração envolve o reconhecimento de quem é Deus e o que ele faz. É dando glória a Deus, não no sentido de adicionar a sua glória, mas de bom grado reconhecer Deus como Deus. Quando a bondade de Deus é reconhecida, a oração então é de graças ou gratidão. A gratidão pode ser pela vida em si, pelo uso e beleza do universo físico, por Cristo e seus benefícios (2 Coríntios 9:15), ou por respostas a orações específicas. A confissão de pecado reconhece a santidade de Deus e a sua autoridade moral suprema. Petições são orações para o que esta orando. Quando a oração é pelos outros, é chamada de intercessão. A escritura nunca considera a oração por uma pessoa imprópria. A oração pelos outros é uma expressão óbvia de amor pelo próximo, o que é fundamental na ética bíblica.